Tiago 3

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# AS21 NAA
1 Meus irmãos, muitos de vós não devem ser mestres, sabendo que seremos julgados de forma mais severa. Meus irmãos, não sejam, muitos de vocês, mestres, sabendo que seremos julgados com mais rigor.
2 Todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, esse homem é perfeito e capaz de refrear também seu corpo inteiro. Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é um indivíduo perfeito, capaz de refrear também todo o corpo.
3 Se colocamos freios na boca dos cavalos para que nos obedeçam, então conseguimos dirigir-lhes o corpo todo. Ora, se colocamos um freio na boca dos cavalos, para que nos obedeçam, também lhes dirigimos o corpo inteiro.
4 Vede também os navios: embora tão grandes e levados por ventos impetuosos, são conduzidos por um pequenino leme para onde o timoneiro quer. Observem, igualmente, os navios que, sendo tão grandes e impelidos por fortes ventos, são dirigidos por um pequeníssimo leme, e levados para onde o piloto quer.
5 Assim também a língua é um pequeno membro do corpo, mas se gaba de grandes coisas. Vede como um grande bosque é incendiado por uma faísca. Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes coisas. Vejam como uma fagulha incendeia uma grande floresta!
6 A língua também é um fogo; sim, como um mundo de maldade, ela é colocada entre os membros do nosso corpo, contamina todo o corpo e põe em chamas o curso da nossa existência, sendo por sua vez posta em chamas pelo inferno. Ora, a língua é um fogo; é um mundo de maldade. A língua está situada entre os membros do nosso corpo e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também ela mesma é posta em chamas pelo inferno.
7 Pois toda espécie de feras, aves, répteis e animais marinhos doma-se e tem sido domada pelo gênero humano. Pois toda espécie de animais, de aves, de répteis e de seres marinhos se doma e tem sido domada pelo gênero humano,
8 Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode conter; está cheia de veneno mortal. mas a língua ninguém é capaz de domar; é mal incontido, cheio de veneno mortal.
9 Com a língua bendizemos o Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. Com ela, bendizemos o Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos as pessoas, criadas à semelhança de Deus.
10 Da mesma boca procedem bênção e maldição. Meus irmãos, isso não deve ser assim. De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, isso não deveria ser assim.
11 Será que da mesma fonte podem jorrar água doce e água amarga? Por acaso pode a fonte jorrar do mesmo lugar água doce e água amarga?
12 Meus irmãos, acaso uma figueira pode produzir azeitonas, ou uma videira, figos? Tampouco uma fonte de água salgada pode dar água doce. Meus irmãos, será que a figueira pode produzir azeitonas ou a videira, figos? Assim, também, uma fonte de água salgada não pode dar água doce.
13 Quem entre vós é sábio e tem conhecimento? Mostre suas obras pelo seu bom procedimento, em humildade de sabedoria. Quem entre vocês é sábio e inteligente? Mostre as suas obras em mansidão de sabedoria, mediante a sua boa conduta.
14 Mas não vos orgulheis, nem mintais contra a verdade, se tendes inveja amarga e sentimento ambicioso no coração. Se, pelo contrário, vocês têm em seu coração inveja amargurada e sentimento de rivalidade, não se gloriem disso, nem mintam contra a verdade.
15 Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e demoníaca. Esta não é a sabedoria que desce lá do alto; pelo contrário, é terrena, animal e demoníaca.
16 Pois onde há inveja e sentimento ambicioso, aí há confusão e todo tipo de práticas nocivas. Pois, onde há inveja e rivalidade, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins.
17 Mas a sabedoria que vem do alto é, em primeiro lugar, pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sem hipocrisia. Mas a sabedoria lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica, gentil, amigável, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento.
18 O fruto da justiça semeia-se em paz para aqueles que promovem a paz. Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz.