Rute 3
Comparação de versões
| # | AS21 | NAA |
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| 1 | Depois dessas coisas, sua sogra Noemi lhe disse: Minha filha, vou procurar para ti um lar seguro que te traga felicidade. | Noemi, a sogra de Rute, disse: — Minha filha, não é verdade que eu devo procurar um lar para você, para que você seja feliz? |
| 2 | Boaz, a quem servem as moças com quem estiveste, é nosso parente. Hoje à noite ele estará limpando a cevada na eira. | E esse Boaz, na companhia de cujas servas você esteve, não é um dos nossos parentes? Eis que esta noite ele estará limpando cevada na eira. |
| 3 | Agora lava-te, perfuma-te, veste tua melhor roupa e desce para a eira. Mas não permitas que ele te veja, até que tenha acabado de comer e beber. | Lave-se, ponha perfume, vista a sua melhor roupa e vá até a eira. Mas não deixe que ele perceba que você está ali, até que ele tenha acabado de comer e beber. |
| 4 | E quando ele for dormir, observa o lugar em que se deitar. Depois entrarás, descobrirás os pés dele e te deitarás. Ele te dirá o que deves fazer. | Quando ele for dormir, repare bem o lugar onde ele vai se deitar. Então vá, descubra os pés dele e deite-se ali. Ele lhe dirá o que você deve fazer. |
| 5 | Respondeu-lhe Rute: Farei tudo o que estás me dizendo. | Rute respondeu: — Vou fazer tudo isso que a senhora está me dizendo. |
| 6 | Em seguida, ela desceu à eira e fez tudo o que sua sogra lhe havia falado. | Então Rute foi para a eira e fez conforme tudo o que a sua sogra lhe havia ordenado. |
| 7 | Depois de Boaz ter comido e bebido, alegrou-se e foi deitar-se junto ao monte de grãos. Rute aproximou-se em silêncio, descobriu-lhe os pés e se deitou. | Quando Boaz terminou de comer e beber e estava já de coração um tanto alegre, foi deitar-se ao pé de um monte de cereais. Então Rute chegou de mansinho, descobriu os pés dele, e se deitou. |
| 8 | No meio da noite, o homem acordou de repente. Ele se virou e se assustou ao ver uma mulher deitada a seus pés. | Aconteceu que, no meio da noite, o homem se assustou e sentou-se; e eis que uma mulher estava deitada a seus pés. |
| 9 | Então perguntou: Quem és tu? Ao que ela respondeu: Sou Rute, tua serva; casa-te com a tua serva, pois tu és o resgatador. | Boaz perguntou: — Quem é você? Ela respondeu: — Sou Rute, a sua serva. Estenda a sua capa sobre esta sua serva, porque o senhor é um resgatador. |
| 10 | Então ele disse: O SENHOR te abençoe, minha filha. Com este gesto mostraste bondade maior do que antes, pois não foste atrás dos mais jovens, sejam ricos, sejam pobres. | Boaz respondeu: — Que você seja bendita do SENHOR, minha filha! Você se mostrou mais bondosa agora do que no passado, pois não foi procurar um homem mais jovem, fosse rico ou fosse pobre. |
| 11 | Agora não temas, minha filha; pois te farei tudo quanto me pedires. Toda a cidade do meu povo sabe que tu és mulher virtuosa. | E agora, minha filha, não tenha medo. Tudo o que você falou eu vou fazer, porque todo o povo da cidade sabe que você é uma mulher virtuosa. |
| 12 | É verdade que sou o resgatador, mas há outro parente mais próximo do que eu. | Sim, é verdade que eu sou resgatador, mas há ainda outro resgatador que é parente mais chegado do que eu. |
| 13 | Fica aqui esta noite. Se de manhã ele quiser assumir o seu papel de resgatador, que o faça. Se não quiser, juro pelo nome do SENHOR, eu o farei. Deita-te até pela manhã. | Fique aqui esta noite. Pela manhã, se ele quiser resgatar você, muito bem; ele que o faça. Mas, se ele não quiser, eu o farei, tão certo como vive o SENHOR. Deite-se aqui até de manhã. |
| 14 | Ela ficou deitada a seus pés até pela manhã e levantou-se antes de clarear, para que não fosse reconhecida, pois ele disse: Que ninguém fique sabendo que uma mulher veio até a eira. | Rute ficou deitada aos pés dele até de manhã, mas levantou-se enquanto ainda estava escuro. Porque Boaz disse: — Que ninguém saiba que uma mulher veio até a eira. |
| 15 | E disse mais: Traze aqui o manto com que te cobres e segura-o. Ela o segurou e o homem despejou nele seis medidas de cevada, e o pôs sobre os ombros dela. Depois ele voltou para a cidade. | Disse mais: — Traga o manto que você está usando e segure-o. Ela o segurou, ele o encheu com seis medidas de cevada e o pôs sobre os ombros dela. Então ela voltou para a cidade. |
| 16 | Quando chegou de volta à sua sogra, esta lhe perguntou: Como foi, minha filha? E ela lhe contou tudo o que o homem lhe havia feito. | Quando chegou à casa de sua sogra, esta lhe perguntou: — Como se passaram as coisas, minha filha? E Rute lhe contou tudo o que aquele homem tinha feito por ela. |
| 17 | E acrescentou: Ele me deu estas seis medidas de cevada e disse: Não voltarás para tua sogra de mãos vazias. | E disse ainda: — Ele me deu estas seis medidas de cevada e me disse: “Não volte para a sua sogra sem nada.” |
| 18 | Noemi disse então: Espera, minha filha, até que saibas como terminará o caso; pois aquele homem não descansará enquanto não tiver resolvida hoje mesmo esta questão. | Então Noemi disse: — Espere, minha filha, até que você saiba em que darão as coisas, porque aquele homem não descansará enquanto não resolver este caso, ainda hoje. |