Apocalipse 6
Comparação de versões
| # | AS21 | NAA |
|---|---|---|
| 1 | Vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizer com voz como de trovão: Vem! | Vi quando o Cordeiro quebrou o primeiro dos sete selos e ouvi um dos quatro seres viventes dizendo, como se fosse som de trovão: — Venha! |
| 2 | Olhei e vi um cavalo branco, e seu cavaleiro segurava um arco. Foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu como vencedor, decidido a vencer. | Vi, então, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro tinha um arco, e foi-lhe dada uma coroa. E ele saiu vencendo e para vencer. |
| 3 | Quando ele abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizer: Vem! | Quando o Cordeiro quebrou o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizendo: — Venha! |
| 4 | Então saiu outro cavalo, um cavalo vermelho. Ao seu cavaleiro foi dado o poder de tirar a paz da terra, de modo que os homens matassem uns aos outros. Foi-lhe entregue uma grande espada. | E saiu outro cavalo, que era vermelho. E ao seu cavaleiro foi dado poder para tirar a paz da terra e fazer com que os homens matassem uns aos outros. Também lhe foi dada uma grande espada. |
| 5 | Quando ele abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! Olhei e vi um cavalo preto, e seu cavaleiro tinha uma balança na mão. | Quando o Cordeiro quebrou o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: — Venha! Então olhei, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. |
| 6 | Então ouvi uma voz entre os quatro seres viventes que dizia: Uma medida de trigo por um denário, três medidas de cevada por um denário, e não danifiques o azeite e o vinho. | E ouvi o que parecia uma voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: — Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifique o azeite e o vinho. |
| 7 | Quando ele abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizer: Vem! | Quando o Cordeiro quebrou o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizendo: — Venha! |
| 8 | Vi então um cavalo amarelo, e seu cavaleiro chamava-se Morte e o inferno o acompanhava. Foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar à espada, pela fome, pela praga e pelos animais selvagens da terra. | Vi, então, e eis um cavalo amarelo. O seu cavaleiro se chamava Morte, e o inferno o estava seguindo. E lhes foi dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio dos animais selvagens da terra. |
| 9 | Quando ele abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que haviam sido mortos por causa da palavra de Deus e do testemunho que deram. | Quando o Cordeiro quebrou o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram. |
| 10 | Eles clamaram em alta voz, dizendo: Ó Soberano, santo e verdadeiro, até quando aguardarás para julgar os que habitam sobre a terra e vingar o nosso sangue? | Clamaram com voz forte, dizendo: — Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? |
| 11 | Cada um deles recebeu túnicas brancas e lhes foi falado que repousassem ainda por um pouco mais de tempo, até que se completasse o número de seus conservos que haveriam de ser mortos, assim como eles também haviam sido. | Então a cada um deles foi dada uma veste branca, e lhes foi pedido que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como eles tinham sido. |
| 12 | Vi quando ele abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto. O sol escureceu como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue; | Vi quando o Cordeiro quebrou o sexto selo. Houve um grande terremoto, o sol se tornou negro como pano de saco feito de crina, a lua ficou toda vermelha como sangue, |
| 13 | e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como figos verdes derrubados da figueira por um vento forte. | as estrelas do céu caíram sobre a terra, como a figueira deixa cair os seus figos verdes quando sacudida por um vento forte, |
| 14 | O céu recolheu-se como um rolo e todos os montes e ilhas foram removidos de seus lugares. | e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então todos os montes e as ilhas foram movidos do seu lugar. |
| 15 | Os reis da terra, os nobres, os chefes militares, os ricos, os poderosos, todo escravo e todo homem livre esconderam-se nas cavernas e nas rochas das montanhas. | Os reis da terra, os grandes, os comandantes, os ricos, os poderosos e todo escravo e todo livre se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes |
| 16 | E diziam aos montes e rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face do que está assentado no trono e da ira do Cordeiro; | e disseram aos montes e aos rochedos: — Caiam sobre nós e nos escondam da face daquele que está sentado no trono e da ira do Cordeiro! |
| 17 | porque chegou o grande dia da ira deles! Quem poderá subsistir? | Porque chegou o grande Dia da ira deles, e quem poderá subsistir? |