Apocalipse 14

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# AS21 NAA
1 Então, olhei e vi, diante de mim, o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e junto a ele cento e quarenta e quatro mil, que traziam, escritos na testa, o nome dele e de seu Pai. Olhei, e eis que o Cordeiro estava em pé sobre o monte Sião. Com ele estavam cento e quarenta e quatro mil, que tinham escrito na testa o nome do Cordeiro e o nome de seu Pai.
2 Ouvi um som do céu, como o barulho de um temporal e o estrondo de um grande trovão. O som que ouvi era como o de harpistas que tocavam suas harpas. Ouvi uma voz do céu como som de muitas águas, como som de um forte trovão. A voz que ouvi era como de harpistas quando tocam as suas harpas.
3 Cantavam um cântico novo, diante do trono e diante dos quatro seres viventes e dos anciãos; e ninguém podia aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil, os que foram comprados da terra. Entoavam um cântico novo diante do trono, diante dos quatro seres viventes e dos anciãos. E ninguém podia aprender o cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.
4 Estes são os que não se contaminaram com mulheres, porque são virgens. São os que seguem o Cordeiro aonde quer que vá. Foram comprados dentre os homens para serem as primícias para Deus e para o Cordeiro. Estes são os que não se macularam com mulheres, porque são virgens. Eles seguem o Cordeiro por onde quer que ele vá. São os que foram comprados dentre todos os seres humanos, primícias para Deus e para o Cordeiro;
5 Mentira alguma saiu de sua boca, pois são irrepreensíveis. e não se achou mentira na sua boca; não têm mácula.
6 Vi outro anjo, que voava pelo meio do céu e trazia um evangelho eterno para proclamar aos habitantes da terra e a toda nação, tribo, língua e povo, Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que habitam na terra, e a cada nação, tribo, língua e povo,
7 proclamando em alta voz: Temei a Deus e dai-lhe glória; porque a hora do seu juízo chegou. Adorai aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas. dizendo com voz forte: — Temam a Deus e deem glória a ele, pois é chegada a hora em que ele vai julgar. E adorem aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas.
8 O segundo anjo o seguiu, dizendo: Caiu a grande Babilônia, que deu de beber a todas as nações do vinho da ira da sua prostituição. Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: — Caiu! Caiu a grande Babilônia que fez com que todas as nações bebessem o vinho do furor da sua prostituição.
9 Seguiu-os ainda o terceiro anjo, proclamando em alta voz: Se alguém adorar a besta e a sua imagem, e receber o sinal na testa ou na mão, Seguiu-se a estes outro anjo, o terceiro, dizendo com voz forte: — Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na testa ou na mão,
10 também beberá do vinho da ira de Deus, preparado no cálice da sua ira, sem mistura; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e do Cordeiro. também esse beberá do vinho do furor de Deus, preparado, sem mistura, no cálice da sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro.
11 A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm repouso, nem de dia nem de noite, os que adoram a besta e a sua imagem, nem aquele que recebe o sinal do seu nome. A fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre. E os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do nome da besta não têm descanso algum, nem de dia nem de noite.
12 Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus. Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.
13 Então, ouvi uma voz do céu que dizia: Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem de seus trabalhos, pois suas obras os acompanham. Então ouvi uma voz do céu, dizendo: — Escreva: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor.” — Sim — diz o Espírito —, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham.
14 Olhei e vi uma nuvem branca diante de mim, e sobre a nuvem estava assentado alguém semelhante a um filho de homem, com uma coroa de ouro sobre a cabeça e uma foice afiada na mão. Olhei, e eis uma nuvem branca, e sentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada.
15 Então, outro anjo saiu do santuário e clamava em alta voz ao que estava assentado sobre a nuvem: Passa a tua foice e ceifa, porque o tempo de ceifar chegou, pois a terra já está madura para a colheita. Outro anjo saiu do santuário, gritando com voz forte para aquele que estava sentado sobre a nuvem: — Pegue a sua foice e comece a colher, pois chegou a hora da colheita, visto que os campos da terra já amadureceram!
16 Assim, aquele que estava assentado sobre a nuvem passou sua foice pela terra, e a terra foi ceifada. E aquele que estava sentado sobre a nuvem passou a sua foice sobre a terra e fez a colheita.
17 Ainda outro anjo saiu do santuário no céu, também com uma foice afiada. Então outro anjo saiu do santuário que se encontra no céu, tendo também ele uma foice afiada.
18 E do altar saiu outro anjo, com poder sobre o fogo, e clamou em alta voz ao que estava com a foice afiada: Passa a tua foice afiada e colhe os cachos da vinha da terra, pois as uvas já estão maduras. Ainda outro anjo saiu do altar, o anjo que tem autoridade sobre o fogo, e clamou com voz forte ao que tinha a foice afiada, dizendo: — Pegue a sua foice afiada e ajunte os cachos da videira da terra, porque as suas uvas estão maduras!
19 O anjo passou sua foice pela terra, colheu as uvas da vinha e lançou-as no grande lagar da ira de Deus. Então o anjo passou a sua foice na terra, ajuntou os cachos da videira da terra e os lançou no grande lagar da ira de Deus.
20 O lagar foi pisado fora da cidade, e dele saiu sangue até a altura dos freios dos cavalos, numa extensão de mil e seiscentos estádios. O lagar foi pisado fora da cidade. E correu sangue do lagar, chegando até a altura dos freios dos cavalos, numa extensão de cerca de trezentos quilômetros.