Ezequiel 1
Comparação de versões
| # | AS21 | NAA |
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| 1 | No quinto dia do quarto mês do trigésimo ano, eu estava entre os exilados, junto ao rio Quebar; os céus se abriram, e tive visões de Deus. | No trigésimo ano, no quinto dia do quarto mês, estando eu no meio dos exilados, junto ao rio Quebar, os céus se abriram e eu tive visões de Deus. |
| 2 | No quinto dia do mês, já no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim, | No quinto dia do referido mês, no quinto ano de cativeiro do rei Joaquim, |
| 3 | a palavra do SENHOR veio a Ezequiel, filho do sacerdote Buzi, na terra dos babilônios, junto ao rio Quebar; ali a mão do SENHOR esteve sobre ele. | a palavra do SENHOR veio expressamente a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar. Ali a mão do SENHOR esteve sobre ele. |
| 4 | Olhei e vi um vento tempestuoso vindo do norte, uma grande nuvem e um raio cercado de um brilho; e um metal que brilhava saía do meio do raio. | Olhei, e eis que do Norte vinha um vento tempestuoso e uma grande nuvem envolta em fogo e rodeada de resplendor. E no meio disso havia uma coisa como metal brilhante, que saía do meio do fogo. |
| 5 | Algo semelhante a quatro seres viventes saía do meio da nuvem. Tinham a aparência semelhante à de homem; | Do meio disso saía algo semelhante a quatro seres viventes, cuja aparência era esta: tinham a semelhança de ser humano. |
| 6 | cada um tinha quatro rostos e também quatro asas. | Cada um tinha quatro rostos e quatro asas. |
| 7 | Suas pernas eram retas; os pés eram como os de um bezerro e brilhavam como bronze polido. | As suas pernas eram retas, e a planta dos pés era como a de um bezerro e brilhavam como bronze polido. |
| 8 | Eles tinham mãos de homem debaixo das asas, nos quatro lados; e os rostos e asas dos quatro eram assim: | Debaixo das asas, nos quatro lados, tinham mãos humanas. Assim, todos os quatro seres viventes tinham rostos e asas. |
| 9 | as asas se uniam umas às outras; eles não se viravam quando andavam; cada um andava para a frente. | As asas se uniam uma à outra. Eles não se viravam quando se moviam; cada um andava para a sua frente. |
| 10 | Os rostos tinham aparência de rosto humano; os quatro tinham rosto de leão no lado direito e rosto de boi no lado esquerdo; os quatro também tinham rosto de águia; | Quanto à forma de seus rostos, cada um tinha um rosto de ser humano. Do lado direito, os quatro tinham rosto de leão; do lado esquerdo, rosto de boi; e os quatro também tinham rosto de águia. |
| 11 | os rostos eram assim. As asas estavam estendidas para cima; cada um tinha duas asas que tocavam as de outro; e duas cobriam o corpo de cada um deles. | Assim eram os seus rostos. Suas asas se abriam para cima. Cada ser vivente tinha duas asas, unidas cada uma à do outro; com as outras duas asas eles cobriam o corpo. |
| 12 | Cada um andava para a frente; iam para onde o espírito fosse; não se viravam quando andavam. | Cada um andava para a sua frente. Para onde o espírito queria ir, eles iam; não se viravam quando se moviam. |
| 13 | Os seres viventes pareciam brasas ardentes, eram como tochas que iam de um lado para outro entre os seres viventes; o fogo resplandecia, e dele saíam relâmpagos. | O aspecto dos seres viventes era como carvão em brasa, à semelhança de tochas. O fogo corria resplandecente por entre os seres viventes, e dele saíam relâmpagos. |
| 14 | E os seres viventes iam e vinham como um raio. | Os seres viventes ziguezagueavam à semelhança de relâmpagos. |
| 15 | Eu olhei para os seres viventes e vi rodas sobre a terra junto deles, uma para cada um dos quatro rostos. | Quando eu estava olhando para os seres viventes, eis que havia uma roda no chão, ao lado de cada um deles. |
| 16 | A aparência das rodas e sua estrutura brilhavam como berilo; e as quatro eram parecidas. Sua aparência e sua estrutura encaixavam-se umas nas outras. | O aspecto das rodas e a sua estrutura eram brilhantes como o berilo. As quatro tinham a mesma aparência, cujo aspecto e estrutura eram como se uma roda estivesse dentro da outra. |
| 17 | Elas se moviam em qualquer das quatro direções sem se virar quando andavam. | Quando elas andavam, podiam ir em quatro direções e não se viravam quando se moviam. |
| 18 | As rodas eram altas e impressionantes; e as quatro tinham os aros cheios de olhos ao redor. | Os aros dessas rodas eram altos e metiam medo; e, nas quatro rodas, os aros estavam cheios de olhos ao redor. |
| 19 | E, quando os seres viventes andavam, as rodas os acompanhavam ao seu lado; e, quando os seres viventes subiam da terra, as rodas também subiam. | Quando os seres viventes se moviam, as rodas se moviam ao lado deles; quando eles se elevavam do chão, também as rodas se elevavam. |
| 20 | Eles iam para onde o espírito fosse, pois o espírito os conduzia; e as rodas subiam ao lado deles, pois o mesmo espírito estava nelas. | Para onde o espírito queria ir, eles iam, pois o espírito os impelia; e as rodas se elevavam do chão juntamente com eles, porque nelas estava o espírito dos seres viventes. |
| 21 | Quando os seres viventes andavam, as rodas os acompanhavam; e quando paravam, elas também paravam; e quando eles subiam da terra, as rodas também subiam ao lado deles; pois o mesmo espírito do ser vivente estava nas rodas. | Quando os seres viventes se moviam, as rodas se moviam; quando eles paravam, as rodas paravam; e, quando eles se elevavam do chão, as rodas também se elevavam com eles; porque o espírito dos seres viventes estava nas rodas. |
| 22 | Acima das cabeças dos seres viventes havia uma abóbada, como o brilho de cristal refulgente, estendido por cima, sobre sua cabeça. | Sobre a cabeça dos seres viventes havia algo semelhante ao firmamento, como cristal brilhante que metia medo, estendido por sobre a cabeça deles. |
| 23 | E debaixo da abóbada estavam as asas direitas, uma em direção à outra; cada um tinha duas que cobriam o corpo de um lado e do outro. | Por debaixo do firmamento, cada ser vivente estendia duas asas na direção do ser que lhe estava próximo; e com as outras duas asas cobriam o corpo. |
| 24 | E, quando eles andavam, eu ouvia o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, o ruído de tumulto, como o ruído de um exército. Quando paravam, eles abaixavam as asas. | Quando eles andaram, ouvi o ruído das suas asas, que era como o som de muitas águas, como a voz do Onipotente, um som de tumulto como o tropel de um exército. Quando eles paravam, abaixavam as asas. |
| 25 | Ouvia-se uma voz por cima da abóbada, que estava acima das suas cabeças. Quando paravam, eles abaixavam as asas. | Veio uma voz de cima do firmamento que estava sobre a cabeça deles. Quando eles paravam, abaixavam as asas. |
| 26 | Sobre a abóbada acima das suas cabeças, havia algo semelhante a um trono, cuja aparência era de safira; e sobre esse trono estava sentado alguém que parecia um homem. | Por cima do firmamento que estava sobre a cabeça dos seres viventes, havia algo semelhante a um trono, como uma safira; e, sobre essa espécie de trono, estava sentada uma figura semelhante a um ser humano. |
| 27 | E vi que, da cintura para cima, parecia um metal brilhante, cheio de fogo; e, da cintura para baixo, vi como um fogo que brilhava ao seu redor. | Vi que essa figura era como metal brilhante, como um fogo ao redor dela, desde a sua cintura e daí para cima; e desde a sua cintura e daí para baixo, vi que essa figura era como fogo e havia um resplendor ao redor dela. |
| 28 | O aspecto do brilho ao seu redor era como o aspecto do arco nas nuvens, em dia de chuva. Essa era a aparência da glória do SENHOR. Quando vi isso, caí com o rosto em terra e ouvi a voz de quem falava. | Como o aspecto do arco que aparece nas nuvens em dia de chuva, assim era o resplendor ao redor. Esta era a aparência da glória do SENHOR. Ao ver isto, caí com o rosto em terra e ouvi a voz de quem falava. |