Provérbios 14

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# AS21 NAA
1 Toda mulher sábia edifica sua casa; a insensata, porém, com as mãos a derruba. A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata a derruba com as próprias mãos.
2 Quem anda em retidão teme o SENHOR, mas o perverso em seus caminhos o despreza. Quem anda na retidão teme o SENHOR, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.
3 Na boca do tolo está a vara da arrogância, mas os lábios do sábio o protegerão. Na boca do tolo está a vara para a sua própria soberba, mas os lábios dos sábios os protegerão.
4 Onde não há bois o celeiro fica vazio, mas pela força do boi há fartura de colheitas. Quando não há bois, o celeiro fica vazio, mas pela força do boi há abundância de colheitas.
5 A testemunha verdadeira não mentirá, mas a falsa se desboca em mentiras. A testemunha verdadeira não mente, mas a testemunha falsa despeja mentiras.
6 O zombador busca sabedoria e não a encontra, mas o conhecimento é fácil para o prudente. O zombador procura a sabedoria e não a encontra, mas o sábio adquire o conhecimento com facilidade.
7 Foge da presença do homem insensato, pois nele não acharás palavras de conhecimento. Fuja da presença do insensato, porque nele você não encontrará palavras de conhecimento.
8 A sabedoria do prudente está em entender o seu caminho, mas a tolice dos tolos está em enganar. A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a insensatez dos tolos é enganadora.
9 A culpa zomba dos insensatos, mas os que são corretos têm o favor de Deus. Os insensatos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.
10 O coração conhece sua própria amargura, e o estranho não participa da sua alegria. O coração conhece a sua própria amargura, e da alegria que ele sente os estranhos não poderão participar.
11 A casa dos ímpios se desfará, mas a tenda dos corretos prosperará. A casa dos ímpios será destruída, mas a tenda dos retos florescerá.
12 Há um caminho que ao homem parece correto, mas o fim dele conduz à morte. Há caminho que ao ser humano parece direito, mas o fim dele é caminho de morte.
13 Até no riso terá dor o coração, e o fim da alegria é a tristeza. Até no riso o coração pode ter dor, e o fim da alegria pode ser a tristeza.
14 O infiel de coração se fartará dos seus próprios caminhos, e o homem bom se contentará com os seus. O infiel de coração sofre as consequências dos seus próprios caminhos, mas quem é de bem é recompensado pelo seu próprio proceder.
15 O homem simples acredita em tudo, mas o prudente presta atenção em seus passos. O ingênuo dá crédito a tudo o que se diz, mas o prudente reflete antes de dar um passo.
16 O sábio teme e desvia-se do mal, mas o tolo é arrogante e confia em si mesmo. O sábio é cauteloso e se desvia do mal, mas o tolo é afoito e se dá por seguro.
17 Quem se irrita com facilidade cometerá erros, mas o homem discreto é paciente. Quem logo se irrita comete loucuras, e aquele que tem más intenções será odiado.
18 Os simples herdam a tolice, mas os prudentes se coroam de conhecimento. Os ingênuos herdam a tolice, mas os prudentes se coroam de conhecimento.
19 Os maus inclinam-se perante os bons, e os ímpios, diante das portas dos justos. Os maus se inclinarão diante dos bons, e os ímpios farão súplicas junto às portas do justo.
20 O pobre é odiado até pelo vizinho, mas o rico tem muitos amigos. O pobre é odiado até pelo seu vizinho, mas o rico tem muitos amigos.
21 O que despreza o próximo peca, mas feliz é aquele que se compadece dos pobres. Quem despreza o seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz.
22 Por acaso não erram os que maquinam o mal? Mas para os que planejam o bem haverá amor e fidelidade. Por acaso não se afastam do caminho os que planejam o mal? Mas haverá amor e fidelidade para os que planejam o bem.
23 Em todo trabalho há proveito; as meras palavras, porém, só levam à miséria. Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria.
24 A coroa dos sábios é a sua riqueza, mas a tolice dos tolos não passa de tolice. Para os sábios a riqueza é coroa, mas a tolice dos insensatos não passa de tolice.
25 A testemunha verdadeira livra as pessoas, mas o que fala mentiras é traidor. A testemunha verdadeira salva vidas, mas quem profere mentiras é enganador.
26 No temor do SENHOR, há firme confiança, e seus filhos terão lugar de refúgio. Quem teme ao SENHOR tem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.
27 O temor do SENHOR é uma fonte de vida que afasta o homem dos laços da morte. O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte.
28 Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, está a ruína do príncipe. Na multidão do povo está a glória do rei, mas na falta de povo está a ruína do príncipe.
29 Quem demora a irritar-se é grande em entendimento, mas o precipitado exalta a loucura. Quem tarda em irar-se é grande em entendimento, mas o que facilmente perde a calma faz um elogio à loucura.
30 O coração tranquilo é a vida do corpo; a inveja, porém, apodrece os ossos. O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.
31 Quem oprime o pobre insulta seu Criador, mas dá-lhe honra quem se compadece do necessitado. Quem oprime o pobre insulta aquele que o criou, mas o que se compadece do necessitado honra a Deus.
32 O ímpio é derrubado por sua maldade, mas o justo acha refúgio até diante da morte. O ímpio é derrubado pela sua maldade, mas o justo, até na morte tem esperança.
33 No coração do prudente repousa a sabedoria, mas ela não é conhecida no coração dos tolos. No coração do prudente repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos tolos logo se manifesta.
34 A justiça exalta as nações, mas o pecado é a vergonha dos povos. A justiça é a glória da nação, mas o pecado é a vergonha dos povos.
35 Ao servo que age com sabedoria concede-se o favor do rei, mas sua ira recairá sobre quem age de forma indigna. O servo prudente recebe o favor do rei, mas o que causa vergonha é objeto do seu furor.